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Mexico will abstain from voting to Palestine

PNN/ Mexico/

Mexican Foreign Minister Luis Figari Casso has contacted Israel’s ambassador to Mexico, Yoni Peled, and told him that Mexico decided to change its voting strategy in all the upcoming voting procedures related to the Palestinian-Israeli conflict  and will turn from voting to the Palestine to abstaining from doing so, or by voting to Israel, the Israeli news paper, Yedioth Ahronoth reported.

There are Ten out of 20 pro-Palestinian and anti-Israeli resolutions which are proposed annually at the UN on the eve of November 29.

In the past, Mexico belonged to the Non-Aligned Movement (NAM) and therefore voted as the movement, against Israel. Since April, Israel has observed a consistent change in Mexico’s voting patterns. In April, Mexico abstained from voting against Israel for a UNESCO decision regarding Israel’s status in al-Haram al-Sharif in Jerusalem. Also in the WHO vote on health in the Palestine, Mexico changed from voting against Israel to abstaining, and last week Mexico voted for Israel during a debate at UNESCO.

Netanyahu’s successful visit to Mexico last September and after the Israeli Aid delegation sent to Mexico during its earthquake helped to warm relations between the two countries.

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Márquez salvou ‘golpe de teatro’… e Dovizioso ajudou a festa antecipada

As últimas voltas do GP Comunidade Valenciana foram vividas em sobressalto: primeiro Marc Márquez ao ultrapassar Zarco saiu de pista e quase foi obrigado a desistir da corrida, mas foi Andrea Dovizioso quem abandonou a prova e entregou o título mais cedo.

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Rajoy diz que é preciso "recuperar" região da Catalunha

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, disse este domingo que é preciso “recuperar a Catalunha” assim como “a democracia e a liberdade” e garantiu que só decidiu intervir na autonomia à região “depois de ter esgotado todas as vias”.

Na primeira visita à Catalunha depois da aplicação do artigo 155 da Constituição espanhola, Rajoy defendeu a medida como modo de pôr fim ao “delírio” dos independentistas e que só a tomou depois de ter esgotado as tentativas de travar “a escalada de agressão à convivência”.

Além disso, afirmou, era preciso “devolver a legalidade às instituições da Catalunha”.

Mariano Rajoy, que é também líder do Partido Popular (direita), pediu ainda às empresas que “não abandonem” a Catalunha, depois de 2.400 já terem saído desde o início da crise catalã, e ainda aos espanhóis para não boicotarem os produtos catalães.

Rajoy está na Catalunha para a apresentação de Xavier García Albiol como candidato do Partido Popular (de que também é presidente) ao Governo regional.

O Governo espanhol convocou eleições na Catalunha para 21 de dezembro, depois de ter decidido aplicar o artigo 155.º da Constituição, que suspende a autonomia da Catalunha. O executivo regional foi destituído e o parlamento regional dissolvido.

As decisões do executivo de Mariano Rajoy, apoiadas pelo maior partido da oposição, os socialistas do PSOE, aconteceram depois de a declaração de independência da Catalunha ter sido aprovada em 27 de outubro por 70 dos 135 deputados do parlamento catalão. A votação decorreu sem a presença da oposição, que abandonou a assembleia regional.